Gilles Deleuze — 作者 (89)
Anti-Oedipus [图书] 谷歌图书
‘A major philosophical work by perhaps the most brilliant philosophical mind at work in France today.' Fredric Jameson
Gilles Deleuze (1925-1995) was Professor of Philosophy at the University of Paris VIII. He was a key figure in poststructuralism, and one of the most influential philosophers of the twentieth century.
Félix Guattari (1930-1992) was a psychoanalyst at the la Borde Clinic, as well as being a major social theorist and radical activist. Anti-Oedipus is part of Deleuze and Guattari's landmark philosophical project, Capitalism and Schizophrenia - a project that still sets the terms of contemporary philosophical debate. Anti-Oedipus is a radical philosophical analysis of desire that shows how we can combat the compulsion to dominate ourselves and others. As Michel Foucault says in his Preface it is an ‘Introduction to Non-Fascist Living'.
Preface by Michel Foucault.
Translated by Robert Hurley, Mark Seem, and Helen R. Lane
Gilles Deleuze (1925-1995) was Professor of Philosophy at the University of Paris VIII. He was a key figure in poststructuralism, and one of the most influential philosophers of the twentieth century.
Félix Guattari (1930-1992) was a psychoanalyst at the la Borde Clinic, as well as being a major social theorist and radical activist. Anti-Oedipus is part of Deleuze and Guattari's landmark philosophical project, Capitalism and Schizophrenia - a project that still sets the terms of contemporary philosophical debate. Anti-Oedipus is a radical philosophical analysis of desire that shows how we can combat the compulsion to dominate ourselves and others. As Michel Foucault says in his Preface it is an ‘Introduction to Non-Fascist Living'.
Preface by Michel Foucault.
Translated by Robert Hurley, Mark Seem, and Helen R. Lane
Sur les lignes de vie [图书] 豆瓣
Sur Spinoza [图书] 豆瓣
Juste après la destruction de l’université de Vincennes en 1980, Deleuze consacre ses premiers cours dans les nouveaux locaux de Saint-Denis à l’Éthique de Spinoza. Ce n’est certainement pas un hasard, étant donné la place centrale chez Deleuze de cette œuvre immense, unique dans l’histoire de la philosophie, à laquelle il a consacré deux livres.
Ce cours est constitué de quinze séances au cours desquelles Deleuze veut montrer l’importance, non pas théorique, mais profondément vitale de la philosophie de Spinoza. Dans cette traversée, sont abordées des questions fondamentales du spinozisme. Comment se défaire de la négativité des passions mauvaises (haine, ressentiment, envie) ? Comment en finir avec le jugement moral (bien et mal) pour lui substituer une éthique du bon et du mauvais ? Ces questions engagent chez Spinoza une nouvelle théorie des signes. Quels signes doivent guider les existences si elles veulent atteindre, au cours même de cette vie, une forme d’éternité ? Dès lors, quelle différence entre l’éternité – expérimentée ici et maintenant – et l’immortalité que philosophies et religions nous promettent ? De séance en séance, Deleuze montre comment Spinoza met fin à un monde fortement hiérarchisé dont Dieu était le sommet autoritaire et impénétrable, un monde où les individus étaient égarés par des signes sombres et équivoques, pour proposer un monde où règne la lumière de la raison, où Dieu se confond avec les puissances de la nature, où désormais les êtres sont tous à égalité, capables de posséder leur puissance de vie, pourvu qu’ils apprennent à en connaître la logique et la valeur.
Ce cours est constitué de quinze séances au cours desquelles Deleuze veut montrer l’importance, non pas théorique, mais profondément vitale de la philosophie de Spinoza. Dans cette traversée, sont abordées des questions fondamentales du spinozisme. Comment se défaire de la négativité des passions mauvaises (haine, ressentiment, envie) ? Comment en finir avec le jugement moral (bien et mal) pour lui substituer une éthique du bon et du mauvais ? Ces questions engagent chez Spinoza une nouvelle théorie des signes. Quels signes doivent guider les existences si elles veulent atteindre, au cours même de cette vie, une forme d’éternité ? Dès lors, quelle différence entre l’éternité – expérimentée ici et maintenant – et l’immortalité que philosophies et religions nous promettent ? De séance en séance, Deleuze montre comment Spinoza met fin à un monde fortement hiérarchisé dont Dieu était le sommet autoritaire et impénétrable, un monde où les individus étaient égarés par des signes sombres et équivoques, pour proposer un monde où règne la lumière de la raison, où Dieu se confond avec les puissances de la nature, où désormais les êtres sont tous à égalité, capables de posséder leur puissance de vie, pourvu qu’ils apprennent à en connaître la logique et la valeur.
O Anti-Édipo [图书] Eggplant.place Goodreads
Capitalisme et Schizophrénie 1. L'anti-Œdipe
作者:
Gilles Deleuze
/
Félix Guattari
译者:
Luiz B. L. Orlandi
出版社:
Editora 34
2010
- 1
其它标题:
O Anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia 1
Este é um livro revolucionário, em múltiplos sentidos. Não só porque seus autores o escreveram sob o influxo de Maio de 68, mas sobretudo porque seu alvo é compreender e libertar a potência revolucionária do desejo, dinamitando as categorias em que a psiquiatria e a psicanálise o enquadraram.
No centro do conflito está a concepção freudiana do inconsciente como teatro e representação — e sua pedra de toque, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário, o inconsciente não é teatro, mas usina; não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes; e Édipo, por sua vez, não passa da história de um longo "erro" que bloqueia as forças produtivas do inconsciente, aprisiona-as no sistema da família e assim as remete a um teatro de sombras.
Com agilidade impressionante, o anti-édipo combina dispositivos da filosofia, da literatura, da antropologia, da arte, da economia, da ciência, da política e da biologia — além de um sem-número de alusões e citações que correriam o risco de passar despercebidas não fosse o trabalho rigoroso do tradutor Luiz B. L. Orlandi, que dotou esta edição de valiosas notas informativas —, para articular uma crítica radical da cultura que acabou por definir uma das linhas de força do pensamento contemporâneo.
No centro do conflito está a concepção freudiana do inconsciente como teatro e representação — e sua pedra de toque, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário, o inconsciente não é teatro, mas usina; não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes; e Édipo, por sua vez, não passa da história de um longo "erro" que bloqueia as forças produtivas do inconsciente, aprisiona-as no sistema da família e assim as remete a um teatro de sombras.
Com agilidade impressionante, o anti-édipo combina dispositivos da filosofia, da literatura, da antropologia, da arte, da economia, da ciência, da política e da biologia — além de um sem-número de alusões e citações que correriam o risco de passar despercebidas não fosse o trabalho rigoroso do tradutor Luiz B. L. Orlandi, que dotou esta edição de valiosas notas informativas —, para articular uma crítica radical da cultura que acabou por definir uma das linhas de força do pensamento contemporâneo.
O Anti-Édipo [图书]
Capitalisme et Schizophrénie 1. L'anti-Œdipe
Este é um livro revolucionário, em múltiplos sentidos. Não só porque seus autores o escreveram sob o influxo de Maio de 68, mas sobretudo porque seu alvo é compreender e libertar a potência revolucionária do desejo, dinamitando as categorias em que a psiquiatria e a psicanálise o enquadraram.
No centro do conflito está a concepção freudiana do inconsciente como teatro e representação — e sua pedra de toque, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário, o inconsciente não é teatro, mas usina; não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes; e Édipo, por sua vez, não passa da história de um longo "erro" que bloqueia as forças produtivas do inconsciente, aprisiona-as no sistema da família e assim as remete a um teatro de sombras.
Com agilidade impressionante, o anti-édipo combina dispositivos da filosofia, da literatura, da antropologia, da arte, da economia, da ciência, da política e da biologia — além de um sem-número de alusões e citações que correriam o risco de passar despercebidas não fosse o trabalho rigoroso do tradutor Luiz B. L. Orlandi, que dotou esta edição de valiosas notas informativas —, para articular uma crítica radical da cultura que acabou por definir uma das linhas de força do pensamento contemporâneo.
No centro do conflito está a concepção freudiana do inconsciente como teatro e representação — e sua pedra de toque, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário, o inconsciente não é teatro, mas usina; não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes; e Édipo, por sua vez, não passa da história de um longo "erro" que bloqueia as forças produtivas do inconsciente, aprisiona-as no sistema da família e assim as remete a um teatro de sombras.
Com agilidade impressionante, o anti-édipo combina dispositivos da filosofia, da literatura, da antropologia, da arte, da economia, da ciência, da política e da biologia — além de um sem-número de alusões e citações que correriam o risco de passar despercebidas não fosse o trabalho rigoroso do tradutor Luiz B. L. Orlandi, que dotou esta edição de valiosas notas informativas —, para articular uma crítica radical da cultura que acabou por definir uma das linhas de força do pensamento contemporâneo.